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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Indicação de Livros

A Rainha Vermelha

    Finalmente terminei de ler esse livro maravilhoso, já faz alguns dias que eu terminei, é que realmente não deu tempo de postar sobre ele.
    Sobre A Rainha Vermelha: Eu amei, a história me prendeu do início ao fim.Eu particularmente amo histórias sobre realeza, poderes, etc.O livro foi escrito pela autora Victoria Aveyard, publicado pela Editora HarperCollins, e no Brasil pela Editora Seguinte.
    "Red Queen" é uma saga de 4 Livros, "A Rainha vermelha", "Espada de Vidro", "A Prisão do Rei" e "Tempestade de Guerra", contando com mais um livro de coletânea de contos de A Rainha Vermelha, nomeado "Coroa Cruel".
    A História se passa em um mundo governado pela monarquia e divido pela cor do sangue.Plebeus são vermelhos e nobres são prateados, os vermelhos servem os prateados, enquanto esses exibem seus poderes para mostrar que são superiores e deuses.


RESENHA (Alerta Spoilers!!)

    Mare Barrow vive num mundo onde a sociedade é dividida pela cor do sangue: Prateados, que são os governantes do mundo, com poderes especiais (fortes, dominam o fogo, dominam a água, leem mentes, ficam invisíveis, entre outros), são como deuses; e os Vermelhos: escravos, trabalhadores, e quando completam 18 anos tem somente duas escolhas, ir para a guerra ou trabalhar para uma família prateada. Os Barrow são vermelhos e Mare rouba pequenas coisas aqui e ali para ajudar a sustentar sua família e já se conformou que seu destino é morrer na guerra. 


    Após um incidente de ser pega roubando um prateado, ele acaba não a entregando para a polícia, ao invés disso consegue um emprego na casa de verão da família real para ela.No Dia da Prova Real, ela descobre que o prateado que a ajudou é Cal, príncipe herdeiro das Casas Calore e Jacos, e que a Prova Real não passa de um concurso de talentos violentos, onde as princesas demonstram seus poderes ao príncipe para que ele escolha a mais forte para ser sua noiva.
    No entanto algo sai errado, Mare cai no campo de força onde seria suposto morrer eletrocutada.Mas isso não acontece e ela descobre que tem poderes ligados à eletricidade na frente de todos os nobres.Ela não somente controla a eletricidade, mas produz também, algo que nenhum prateado faz. É aí que a história começa a se desenrolar com vários acontecimentos surpreendentes e muitas reviravoltas.



    O Rei e a Rainha veem uma oportunidade para usar Mare como símbolo de seu reinado, a Rainha Vermelha, vermelha na cabeça, prateada no coração. Assim, acreditam que conseguirão calar a revolução que lentamente avança e ameaça o seu reinado, os vermelhos rebeldes chamados de Guarda Escarlate.
    Então começa um triângulo amoroso -Cal, Mare e Maven, na verdade é uma loucura amorosa, mas não vou contar pra não acabar com diversão da história.Mare começa a viver entre os prateados, mas trabalha infiltrada na Guarda Escarlate, mas quanto mais convive com eles, mais descobre que as coisas não são exatamente como pensava. Eles são prateados, superiores, a corte pode ser muito pior que sua vila.


    Digo finalmente que esse livro é encantador e surpreendente, a história foi muito bem escrita e elaborada, pra mim ele faz uma critica a nossa sociedade atual, os vermelhos são os trabalhadores pobres, trabalham curvados, e os prateados são os ricos, trabalham com a postura ereta e são servidos pelos vermelhos.É uma trama cheia de reviravoltas, quando você acha que sabe pra onde vai,ou que já se encontrou, puf, toma um rumo totalmente novo. Um ponto que me intrigou é que a cor do sangue dos prateados é realmente prateada, não é somente o nome de uma classe social, e que essa história quebrou os padrões de que quem é da realeza tem sangue Azul.
    Eu realmente indico essa história, é maravilhosa, me fez ter várias emoções diferentes e eu me apaixonei por um personagem em especial,mas não vou contar quem é.... Leiam essa história, e me contem o que acharam, eu estou doida para ler o segundo livro...







Curiosidade: A autora da saga disse que a cada edição as capas dos livros vão ficando mais escuras pois o céu sempre escurece antes de uma tempestade (e justamente o último livro se chama "Tempestade de Guerra"). 
 

 
     

 

 



Sobre Religiões: Kabbalah

     

    
    Hoje eu trouxe pra vocês algo um pouco diferente, algo que eu nunca falei aqui no blog, é sobre religiões, sobre uma religião em específico, que eu acho muito interessante por sinal, eu vou apresentar a religião pra vocês e falar um pouquinho sobre ela e algumas curiosidades, pois ela ainda não é muito conhecida no mundo.Acho que o post vai ser meio grande, mas vai ser interessante e vocês vão gostar.

O que é Kabbalah? 
    
    É um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah é uma palavra de origem hebraica que significa recepção.Em síntese, é uma sabedoria antiga que revela como o universo e a vida funcionam.É o estudo sobre como receber a plenitude nas nossas vidas,é a vertente mística do judaísmo.
    Corpo de sabedoria espiritual mais antigo do mundo, a Kabbalah contém a chave para os segredos do universo, para os mistérios do coração e da alma humana. Seus ensinamentos explicam as complexidades do material e do universo não material, a natureza física e metafísica de toda humanidade. A Kabbalah mostra, em detalhes, como explorar este terreno vasto, a fim de remover cada formulário do caos, da dor e do sofrimento.
Por milhares de anos, as grandes sábios kabbalísticos ensinaram que cada ser humano está carregado com o potencial para a felicidade. Kabbalah é o meio para activar esse potencial.

Um pouco de história 

    A origem dessa área do conhecimento humano se perde na noite dos tempos. Há indicações históricas que sábios e alquimistas formaram "Irmandades" para o estudo e prática da Kaballah.
A palavra em si significa: De boca a orelha, ou seja, conhecimento transmitido oralmente. Até a Idade Média, quando um discípulo chegava a conhecer alguns de seus segredos, tinha que jurar não revelar os mistérios para ouvidos profanos, pois esse conhecimento era guardado a sete chaves.
Alguns manuscritos nos dão conta de que ela fazia parte do aprendizado dos sacerdotes egípcios. Seria, portanto, natural, que os judeus, durante seu cativeiro, tivessem bebido de suas fontes. E de fato, se hoje a Kaballah tem um sabor judaico, se deve ao fato de que também eles guardaram zelosamente esse segredo.
    Após a evolução do mundo e o adaptamento da imprensa se tornou mais fácil disseminar essa religião.Poderíamos dizer que a Kabbalah é um corpo de estudos de ciências ocultas, que ensina técnicas de Crescimento Espiritual e Aprimoramento da Consciência.
    

 Porque estudar Kabbalah?

    Primeiramente, a Kabbalah não deve ser apenas estudada, deve ser praticada também.O estudo acontece porque o ser humano é potencialmente divino, uma vez que ele veio da Fonte Primeira e Única. E, sendo assim, ele é tanto humano quanto divino. Mas se ele só desenvolve seu lado humano, perde a meta principal, que é a volta às suas raízes e torna distante o seu contato com o Superior.

Árvore da Vida:Sephirot

    Ela é uma "Árvore" com 10 esferas ou séfiras (em hebraico: Números), com mais 1 oculta, ou seja, 11 séfiras.Cada um desses círculos tem uma correspondência com todos os assuntos com os quais temos que lidar em nossa existência. Sua estrutura é de tal ordem perfeita, que podemos tanto associá-la ao corpo humano, quanto à vida profissional de determinada pessoa, ou ainda a uma sonata ou a um sistema político qualquer que seja ele.
     O número 11 foi adotado pelo sistema astronômico Ptolomaico, que já se relacionava Antes de Cristo com 11 planetas (para eles tudo o que tinha movimento no céu eram planetas): Terra, Lua, Sol, Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno e Plutão. Portanto, desde a Antiguidade, já se sabia de planetas que só seriam descobertos milénios mais tarde. Para a Kabbalah, a séfira é a força mediadora entre o céu e a terra. Entre Deus e o homem.

   
Estrutura da Árvore da Vida

 
AS DEZ ESFERAS:

Kether - coroa
Chokmah - sabedoria
Binah - entendimento
Chesed - misericórdia
Gebura - força - vontade em ação
Tipheret - beleza
Netzach - vitória- imaginação criadora- emoções elevadas
Hod - Esplendor - mente universal
Yesod - fundamento
Malkuth - reino
 
 
OS TRÊS PILARES:

Centro: equilíbrio e consciência: neutro e estático.
Direita: misericórdia: positivo e ascendente - Jachin.
Esquerda: severidade; rigor/forma: negativo e descendente - Boaz.


OS QUATRO MUNDOS (OU UNIVERSOS):

Atziluth - emanação, plano divino. Adoração.
Briah - criação, plano dos arquétipos, idéias, arcanjos. Ética.
Yetzirah - formação, plano dos anjos. Aprendizado.
Assiah (Malkuth) - produção, plano físico, sistema solar visível. Vivência.

Logos - Projeto (Atziluth)
Arcanjos - Plano (Briah)
Anjos - Ordem (Yetzirah)
Elementais - Execução (Assiah)
 
OS QUATRO PLANOS:
 
Neschmah (Intelectual) - Kether, Chokmah, Binah.
Ruach (Moral) - Chesed, Geburah, Tipheret, Netzach, Hod.
Nephesh (Astral, Físico-Emocional) - Yesod.
Guph (Corpo Físico) - Malkuth: resumo de tudo.

NO HOMEM:
 
As esferas da árvore: qualidades, aspectos.
Os caminhos que ligam as esferas: estados de consciência.
Três Pilares: forças cósmicas.
Três aspectos do logos: Kether (Yechidah)/Vontade; Chokmah (Chiah)/Amor; Binah (Neschamah)/Mente.
 
 

Famosos que praticam a Kabbalah

-Ariana Grande    
-Madonna
-Demi Moore
-Gwyneth Paltrow
-Britney Spears
-Ashton Kutcher
-Rihanna
 


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Hitler e seus quadros!!!

   Acho que aqui todos já conhecem a famosa história de Adolf Hitler, aquele que criou e foi líder do partido Nazista e que matou milhões de judeus, mas o que poucas pessoas sabem é que ele se candidatou na academia de Belas Artes, mas não teve sorte, em 1908 seu pedido foi recusado.Bom, mas vamos ao que interessa, aos quadros do Artista Adolf Hitler (ele assinava seus quadros como A.Hitler).
   Pitorescas igrejas, catedrais imponentes, campos tranquilos e suaves cenas de praia, todas pintadas em delicadas aquarelas. As pinturas abaixo poderiam ser obra de uma senhora idosa, ou de um jovem artista amador; querendo  fazer algum dinheiro, vendendo-as para os turistas. De fato, a segunda alternativa está correta. Só que o jovem artista  é tão somente: Adolf Hitler.


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   É difícil de acreditar que o pintor dessas cenas pacíficas mergulharia o mundo nas trevas do horror, levando à morte seis milhões de judeus: homens, mulheres e crianças; ou  qualquer outra pessoa considerada inferior, inútil ou uma ameaça aos sonhos da pureza ariana.

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   A Academia de Belas Artes de Viena rejeitou Hitler duas vezes: em 1907 e  em 1908. Nas duas ocasiões, o seu trabalho não foi considerado bom o suficiente. Um instrutor da escola sugeriu que talvez a arquitetura estivesse mais de acordo com os talentos de Hitler. Mas  isso implicaria em voltar a estudar, o que Hitler odiava, então,  ele (infelizmente para o resto do mundo) recusou a sugestão.



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   Pintado em algum momento entre 1910 e 1912, o trabalho acima representa o castelo e a igreja de St. Perchtoldsdorf. Comentando sobre a pintura, Peter Jahn, um historiador de arte especializado nos quadros de Hitler, disse: "Esta aquarela esta muito bem feita, de boa qualidade e já mostra o progresso na maneira de Hitler pintar" Esteticamente, parece melhor do que algumas das pinturas anteriores de Hitler. Observe o céu turvo, um cenário  favorito do futuro Führer.


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   O quadro acima é bastante singular. Embora Hitler ocasionalmente pintasse flores, estas geralmente eram cravos. Essas delicadas orquídeas não são nada do que você esperaria em um latente déspota assassino. Com base no estilo da peça e da assinatura, os especialistas datam a obra em 1913.


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   Hitler passou menos tempo pintando em Munique do que em  Viena. Colecionadores e historiadores consideram raras as pinturas de Hitler no período de Munique. No entanto, como você pode ver neste quadro da Ópera de Munique, ele manteve seu interesse na arquitetura. Essa pintura mostra a casa de ópera  depois de uma tempestade, com a construção refletida no piso molhado.


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   Essa pintura do Portão da Vitória de  Munique é realmente muito realista quando comparada com o monumento real. Como disse um comentarista, "Seu fascínio intenso com a arquitetura está refletido em seus numerosos desenhos de casas, igrejas, prédios públicos e cenas da cidade."


   Infelizmente, o mundo perdeu um pintor mediano para ganhar o maior ditador da nossa era. Há ainda outros quadros do Führer, como esses:








quarta-feira, 1 de julho de 2015

Lord Voldemort de Harry Potter realmente existiu!!!




  O título da notícia pode deixar fãs de Harry Potter, assim como eu, eufóricos e, claro, há quem diga ser mentira. Mas não é!
   O temido Thomas Riddle(nome verdadeiro de Lord Voldemort) realmente existiu, ou melhor, existiu um homem chamado Thomas Riddell, que era conhecido por sua grande influência como feiticeiro na cidade de Edimburgo, na Escócia.
Então, sem mais delongas, vamos dar uma revisada na história de Thomas, ou melhor, Lord Voldemort para os íntimos.

Mal em vida, mal em morte

 
  Thomas Riddell era um homem popular na cidade de Edimburgo, na Escócia. Mas sua fama não era nada boa, muito pelo contrário, ele era conhecido por seus rituais de magia negra, bem como suas feitiçarias.
  Segundo alguns documentos oficiais da época, o homem teria sido acusado pela morte de quase cem pessoas, quando escapou da prisão utilizando “magia negra”.
Logo após sua fuga, milhares de pessoas foram morrendo aos poucos, as quais sempre eram atribuídas como causa da morte, poções e rituais de feitiçaria demoníaca. Ao todo, foram pelo menos 18 mil mortes ligadas aos rituais mágicos de Riddell.
  Algum tempo depois, o corpo dele foi encontrado em uma floresta, próxima a cidade de Edimburgo. Na época, ele ficou conhecido como “Riddell Sanguinário”, sendo enterrado no cemitério Greyfriars.
  Até então, tudo resolvido. Mas em 1999, um homem embriagado buscava um local seco para dormir em meio a forte chuva que caía na cidade. Infelizmente, o homem foi encontrar abrigo logo no túmulo, já quase coberto, de Thomas.
  Enquanto se ajeitava entre as pedras, ele acabou quebrando a lápide ilegível e caindo dentro do túmulo. A terra desmoronou, e o homem adentrou o antigo caixão, já completamente apodrecido.
Ele saiu correndo assustado, espalhando os ossos de Thomas que ficaram presos em suas roupas por vários locais do cemitério. Infelizmente, nem todos os ossos foram encontrados. Coisa que, na época, foi atribuído ao grande número de cachorros que rondavam o cemitério abandonado, há muito tempo.

O cemitério do mal



  Desde este fato, o local começou a ser palco de muitos eventos, no mínimo, estranhos. O primeiro incidente aconteceu quando um homem, que cuidava de uma pequena plantação ao lado do cemitério, desmaiou dentro no local e veio a falecer.
  Depois disso, os eventos tornaram-se ainda mais cotidianos. Pessoas que passeiam pelo local acabam tendo seus braços ou pernas quebradas, misteriosamente. Mesmo sem haver nenhuma queda.
  As ocorrências foram tantas, que uma lei municipal impediu que as pessoas circulassem dentro do cemitério, em qualquer hora do dia. Para garantir que tal ordem fosse cumprida, a polícia local montou um posto de guarda, do lado de fora do cemitério.
   A partir daí, o local ficou conhecido como “Cemitério do Mal”. Recentemente, ele foi aberto para visitações, mas estas somente ocorrem em duplas, sempre com um guia especializado em fenômenos paranormais.
  Além disso, é impossível chegar ao local onde está o que sobrou dos ossos de Thomas. Porém, mesmo assim, estima-se que pelo menos cem pessoas tiveram os ossos quebrados, enquanto visitavam o cemitério.
  Sem contar essa centena de pessoas, pelo menos três vezes maior é o número de pessoas que desmaiaram ou passaram mal, dentro do cemitério do mal. Tanto o governo, quanto os guias locais, não se responsabilizam pelo o que vier a acontecer com as pessoas, no interior do cemitério.

Tentativas de retaliação


  Com a popularização, em toda a Escócia, do que ocorre no Cemitério do Mal, vários habitantes da região tentaram realizar sessões de exorcismo ou orações no local, a fim de expulsar o espírito do antigo feiticeiro.
  Mas de nada adiantou. Muito pelo contrário, a cada tentativa de retaliação feita pela população, os ataques se tornam mais frequentes e perigosos, sem contar no fato de que seis pessoas já morreram no local, tentando “expulsar” o demônio que habita aquelas terras.
  Ainda em 2015, um grupo de pesquisadores passou cerca de uma semana acampado no cemitério, no intuito de levantar informações sobre o que ocorre dentro do cemitério. Felizmente, nenhum dos pesquisadores morreu (lá dentro).
  Mas o que acharam por lá foi extremamente macabro. Segundo os dois pesquisadores, que ainda estão vivos (os outros dois se suicidaram, pouco mais de um mês depois da pesquisa), dentro do local existem muitas manifestações sobrenaturais.
  Ainda segundo eles, é possível que haja uma certa organização de “almas”, onde o feiticeiro controla as demais. De acordo com seus depoimentos “foi como passar uma semana no inferno”, o período em que ficaram no Cemitério do Mal.
  Atualmente, os pesquisadores estão inacessíveis. Um deles, HerbetWahs, está sob custódia da polícia de Edimburgo e o segundo, ElligtonWahs está em uma clínica de reabilitação para lunáticos, pois tem sérias crises de pânico.
  Os casos que ocorrem dentro do cemitério são um mistério, portanto o que acontece lá, fica lá. São poucos os que aceitam comentar sobre suas experiências.

sábado, 28 de março de 2015

Livro: Anne de Green Gables




Sinopse

   Uma menina de 11 anos, com cabelos ruivos, sardas e uma mente tão perspicaz quanto a de um cientista em busca de conhecimento, chega a uma terra onde as tardes são calmas; os pores do sol, alaranjados; as florestas, aconchegantes; e os rios, suaves, como o ritmo do povoado.
   Como a floresta mal-assombrada do mundo criativo de Anne, as pessoas de Avonlea não a recebem muito bem.Diferente, inteligente, preocupada e de um tanto desastrada, a garotinha de sonhos sapecas vai aos poucos conquistando o coração de cada um.
   Entre uma travessura e outra que insiste em permear os gramados em que pisa, Anne vai mostrando como é aproveitar a vida de uma forma mais simples e divertida.Seja caindo de um barco, ou esquecendo de preparar um bolo, ela vai amansando a todos, pois uma pitada de baunilha não faz mal a ninguém, nem que  isso traga um pouco de confusão.
   Sua boca é uma matraca, e seus sonhos são maiores que moinhos de vento.Anne vai crescendo... e crescendo... e de patinho feio revela-se um elegante e atento cisne, pronto para abrir suas asas e voar para além das veredas.Mas a vida  é feita de artimanhas, e a nossa garotinha adotada pelos irmãos Marilla e Matthew tem algumas cercas a pular, sem jamais deixar seus sonhos desvanecerem, como algumas criaturas fazem...


Biografia da autora

  Maud nasceu em New London, na Ilha do Príncipe Eduardo, uma das províncias do Canadá, em 1874. Quando ela tinha menos de 2 anos, sua mãe faleceu devido à tuberculose e, consternado, seu pai percebeu que não teria como criá-la sozinha e deu a custódia para os avós maternos.
  Durante a sua infância, Lucy viveu em várias cidades pequenas, isoladas e com pouquíssimos amigos. Essa solidão, apesar de parecer negativa para a sua formação, foi a razão para a menina desenvolver a sua criatividade e imaginação.
  Na sua adolescência, Maud passou a morar com seus avós paternos, que a criarem de maneira rígida e inflexível. Quando acabou a escola, ingressou na Prince of Wales College e formou-se em pedagogia. Em 1895, ela estudou literatura na Dalhousie University.
  Após terminar completamente seus estudos, a escritora trabalhou como professora em diversas cidades. Entretanto, ela estava infeliz na carreira de docente e começou a investir nas suas habilidades de escrita no tempo livre. Por conta dessa dedicação, vários de seus contos foram publicados em revistas e jornais da época. Entre 1897 e 1907, mais de 100 obras suas foram divulgadas.
  Durante a sua juventude, Montgomery esteve em diversos relacionamentos amorosos, tendo, inclusive, terminado um noivado pouco antes de se casar. Após muitas idas e vindas, em 1911, ela casou-se com um rapaz chamado Ewan MacDonald.
  Nessa mesma época, Lucy estava se tornando famosa por causa de suas publicações em revistas e jornais. Ela lançou o seu primeiro livro em 1908, chamado Anne of Green Gables. Este foi a primeira obra de uma série de livros com a personagem Anne, uma órfã adolescente que começa a descobrir o amor e a vida.
  Até a sua morte, em 1942, Lucy escreveu ao todo 10 livros com Anne como a protagonista. Alguns especialistas acreditam que a autoria sofria de uma grande depressão e, por isso, utilizava a literatura como válvula de escape para a sua vida infeliz.
  A causa de sua morte, na época, foi considera como falência múltipla de órgãos. Entretanto, anos depois, uma de suas netas revelou que Maud tirou a sua própria vida com uma overdose de remédios. Apesar de ela acreditar que nunca havia escrito nenhuma obra de grande valor, a autora foi homenageada como a primeira mulher no Canadá a ser nomeada para a "Royal Society of Arts", na Inglaterra.
  Apesar de ter sido uma trajetória triste, Lucy Maud Montgomery escreveu livros que até hoje são lidos por crianças e adolescentes no mundo todo. Conheça a história da orfã Anne e faça o donwload dos 10 livros (provavelmente em inglês) de Anne como protagonista: 



Filme: Free Willy

Free Willy
  Jesse (Jason James Richter) é um menino que perdeu os pais muito cedo. Ele costumava saltar de orfanato em orfanato, até que passou a viver nas ruas. Numa noite, ele e seu amigo Perry (Michael Bacall) são flagrados pelo policial Dwight (Mykel T. Williamson) pixando um parque local. Apesar da situação, o agente de policia simpatiza com Jesse e o apresenta para Glen e Annie Greenwood (Michael Madsen e Jayne Atkinson) que irão adotar o garoto. Parte da punição por sua pequena infração envolve limpar a sujeira que ele fez no parque e é lá que Jesse conhece Willy, uma orca que está sendo treinada para ser a atração especial do local. No entanto, Willy não responde bem ao adestramento. Ela foi roubada de sua família por um pescador mercenário e ainda está traumatizada. Jesse e Willy desenvolvem uma estreita ligação emocional. Só que o dono do parque não está satisfeito com o desempenho de Willy e calcula que a orca vale mais viva do que morta. A partir daí Jesse fará de tudo para salvar o animal e devolvê-lo para o oceano.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O que é o trem da morte?

  É como é chamado o trem que faz a rota entre as cidades bolivianas de Puerto Quijarro, na fronteira com o Brasil, e Santa Cruz de la Sierra. Espécie de rito de iniciação de todo mochileiro que se preze, o comboio cobre parte do trajeto que vai do Brasil à cidade inca de Machu Picchu, no Peru. Porém, ao contrário do que parece, seu nome não vem do fato de ele fazer um percurso cheio de perigos, como desfiladeiros, pontes prestes a cair e bandoleiros mal-encarados. O apelido nasceu no século passado, quando a composição foi usada para transportar leprosos, doentes e corpos das vítimas de uma grave epidemia de febre amarela que se abateu sobre a região de Santa Cruz. Além disso, naquela época, a ferrovia não estava em suas melhores condições e descarrilamentos eram comuns, o que contribuiu para reforçar a má fama do trem. Bom, mas chega de falatório. Prepare a mochila, e bem-vindo a bordo!

Lenda sobre trilhos
Saiba o que encontrar e como se virar na famosa locomotiva dos mochileiros
  Partindo do Brasil, antes de pegar o trem da morte, é preciso chegar a Corumbá (MS), na fronteira com a Bolívia. De lá, dá para ir a Puerto Quijarro a pé - uma cidade é coladinha à outra. Para entrar na Bolívia, basta apresentar o RG e o certificado de vacina contra febre amarela. O ponto de partida é a estação de Puerto Quijarro, que, de tão movimentada, parece até uma feira livre. A passagem para Santa Cruz é uma merreca - a mais em conta sai por 19 bolivianos (cerca de 6 reais) -, mas deve ser comprada com antecedência, para não correr o risco de pagar o triplo do preço na mão de cambistas. Três comboios diferentes fazem a rota da morte. O preferido pela galera, por ser mais barato, é o Regional - mas haja paciência: são mais de 19 horas de sacolejo! No Expresso Oriental, o trajeto é feito em cerca de 16 horas. Já o Ferrobus, o mais bacanudo, tem vagões com cama e gasta menos de 14 horas.
  Para quem está com a grana contada, ou quer uma experiência roots de verdade, o lance é encarar o trem Regional. Mas se prepare. Os bancos são duros, com encosto fixo em 90 graus, e, como estão quase sempre lotados, muitas vezes a galera tem que viajar de pé ou dormir no chão, em meio a porcos e galinhas. A lentidão da viagem é garantida pelo pingapinga do comboio: ele vai catando e deixando gente em tudo quanto é vilarejo ao longo dos cerca de 640 quilômetros entre Puerto Quijarro e Santa Cruz. Mas o visu de extensas planícies compensa. Há trechos entre montanhas, mas que são fichinha perto dos precipícios da cordilheira dos Andes. 
Hoje, os descarrilamentos de vagões são raros. O maior perigo na viagem é ter uma baita dor de barriga por intoxicação alimentar. Nas paradas rola de tudo: desde limonada em balde até espetinho de carne de porco par a lá de suspeito. Em vez de encarar essas iguarias, a galera mais escolada leva um lanche reforçado na mochila. Também é preciso ficar de olho na bagagem. Com o intenso vai-e-vem de vendedores e o desce-e-sobe de passageiros nos vagões, se o cara se descuidar pode ficar sem a bagagem. Por precaução, vale amarrar a ponta da mochila numa corda e prendê-la às barras do bagageiro.
  Finalmente, após horas de sacolejo e espreme-espreme, chega-se a Santa Cruz de la Sierra, cidade mais populosa da Bolívia e destino final do trem da morte. De lá, para seguir por terra a Machu Picchu, é na base do busão. O roteiro clássico, cruzando os Andes, passa por várias cidades até chegar a Cuzco, no Peru.
Percurso de ferro
O trajeto até o trem da morte já foi todo feito sobre trilhos
  A galera que pega o trem da morte, na Bolívia, em geral chega a Corumbá (MS), ponto mais próximo da fronteira, de ônibus ou de avião. Mas, até o final da década de 1990, a viagem já começava sobre trilhos. De Bauru, no interior paulista, eram 1 300 km até Corumbá - quase o dobro do percurso do famoso trem boliviano. Hoje, esse trecho no Brasil é restrito a trens de carga.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

A História do Xadrez!!!

  O Xadrez é um jogo tão antigo que, durante todos os anos de sua existência, várias foram as histórias associadas a sua origem.
  A primeira história que se é contada mundialmente se passa na Índia. Havia uma pequena cidade chamada Taligana, e o único filho do poderoso rajá foi morto em uma sangrenta batalha. O rajá entrou em depressão e nunca havia conseguido superar a perda do filho. O grande problema era que o rajá não só estava morrendo aos poucos, como também estava se descuidando em relação ao seu reino. Era uma questão de tempo até que o reino caísse totalmente.
  Vendo a queda do reino, um brâmane chamado Lahur Sessa, certo dia foi até o rei e lhe apresentou um tabuleiro contendo 64 quadrados, brancos e pretos, além de diversas peças que representavam fielmente as tropas do seu exército, a infantaria, a cavalaria, os carros de combate, os condutores de elefantes, o principal vizir e o próprio rajá.
  O sacerdote disse ao rajá que tal jogo poderia acalmar seu espírito e que sem dúvida alguma, iria curar-se da depressão. De fato, tudo o que o brâmane disse acontecera, o rajá voltou a governar seu reino, tirando o a crise de seu caminho.
  Era inexplicável como aquilo tudo aconteceu, sendo um único tabuleiro com peças o responsável por tirar a tristeza do rajá. Como recompensa, o brâmane foi agraciado com a oportunidade de pedir o que quisesse. Logo de primeira, ele recusou tal oferta, pois achava que não fosse merecedor de tal proposta, mas mediante insistência do rajá, ele fez um simples pedido. O brâmane pediu simplesmente um grão de trigo para a primeira casa do tabuleiro, dois para a segunda, quatro para a terceira, oito para a quarta e assim sucessivamente até a última casa. O rajá chegou a achar graça, tamanha a ingenuidade do pedido.
  Entretanto, o humilde pedido do brâmane não era tão humilde assim. Após fazerem vários cálculos de quanto trigo eles teriam que dar para ele, descobriram que seria necessário toda a safra do reino por incríveis dois mil anos para atender ao pedido do sacerdote. Impressionado com a inteligência do brâmane, o rajá o convidou para ser o principal vizir (espécie de ministro, conselheiro do rajá) do reino, sendo perdoado por Sessa de sua grande dívida em trigo.
  Na verdade, o que o brâmane apresentou para o rajá não foi o jogo de xadrez, foi a chaturanga, uma das principais variantes do jogo de xadrez moderno.
   
  Outra grande possibilidade que se apresenta em diversas histórias sobre a origem do Xadrez, é que Ares, o deus da guerra, teria criado um tabuleiro para testar suas táticas de guerra (que eram bem limitadas, pois Ares nunca foi conhecido por ter tática nas suas batalhas, ele era simplesmente agressivo, atacando sem precisão alguma na maioria das vezes). Entretanto, cada peça do tabuleiro representava uma parte do seu exército, e assim foi, até que Ares teve um filho com uma mortal, e passou para ele os fundamentos do jogo. A partir de então, o jogo teria chegado ao conhecimento dos mortais.
  É sabido que entre 1450 e 1850, o Xadrez começou a ter mudanças visíveis em relação ao que conhecemos hoje em dia. Foi nesse período que diversas peças ganharam movimentos que conhecemos atualmente, claro, todos esses movimentos e peças tendo como origem a Chaturanga.
  O elefante (o antecessor do moderno bispo) somente podia mover-se em saltos por duas casas nas diagonais. O vizir (o antecessor da dama) somente uma casa nas diagonais. Os peões não podiam andar duas casas em seu primeiro movimento e não existia ainda o roque. Os peões somente podiam ser promovidos a vizir, que era a peça mais fraca, depois do peão, em razão da sua limitada mobilidade.

 
  As regras do Xadrez que conhecemos hoje começaram a ser feitas em 1475, só não se sabe ao certo onde ocorreu esse início. Alguns historiadores divergem entre Espanha e Itália.
  Foi neste período que os peões ganharam a mobilidade que conhecemos hoje em dia, que se resume em mover-se duas casas no seu primeiro movimento e tomar outros peões en passant. Nessa época também foram definido os novos movimentos dos bispos e da rainha e, o mais importante, a rainha tornou-se a peça mais importante do jogo, sendo a única capaz de se movimentar para qualquer lado e avançar ou recuar quantas casas quiser. Os movimento das demais peças, juntamente com o resto das regras que englobam todo o Xadrez, só foram formalmente modificadas no meio do século XIX, e tais regras ainda se mantêm até hoje.

Fonte Arco-Íris Lunar: A mais longa do mundo

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