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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Hitler e seus quadros!!!

   Acho que aqui todos já conhecem a famosa história de Adolf Hitler, aquele que criou e foi líder do partido Nazista e que matou milhões de judeus, mas o que poucas pessoas sabem é que ele se candidatou na academia de Belas Artes, mas não teve sorte, em 1908 seu pedido foi recusado.Bom, mas vamos ao que interessa, aos quadros do Artista Adolf Hitler (ele assinava seus quadros como A.Hitler).
   Pitorescas igrejas, catedrais imponentes, campos tranquilos e suaves cenas de praia, todas pintadas em delicadas aquarelas. As pinturas abaixo poderiam ser obra de uma senhora idosa, ou de um jovem artista amador; querendo  fazer algum dinheiro, vendendo-as para os turistas. De fato, a segunda alternativa está correta. Só que o jovem artista  é tão somente: Adolf Hitler.


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   É difícil de acreditar que o pintor dessas cenas pacíficas mergulharia o mundo nas trevas do horror, levando à morte seis milhões de judeus: homens, mulheres e crianças; ou  qualquer outra pessoa considerada inferior, inútil ou uma ameaça aos sonhos da pureza ariana.

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   A Academia de Belas Artes de Viena rejeitou Hitler duas vezes: em 1907 e  em 1908. Nas duas ocasiões, o seu trabalho não foi considerado bom o suficiente. Um instrutor da escola sugeriu que talvez a arquitetura estivesse mais de acordo com os talentos de Hitler. Mas  isso implicaria em voltar a estudar, o que Hitler odiava, então,  ele (infelizmente para o resto do mundo) recusou a sugestão.



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   Pintado em algum momento entre 1910 e 1912, o trabalho acima representa o castelo e a igreja de St. Perchtoldsdorf. Comentando sobre a pintura, Peter Jahn, um historiador de arte especializado nos quadros de Hitler, disse: "Esta aquarela esta muito bem feita, de boa qualidade e já mostra o progresso na maneira de Hitler pintar" Esteticamente, parece melhor do que algumas das pinturas anteriores de Hitler. Observe o céu turvo, um cenário  favorito do futuro Führer.


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   O quadro acima é bastante singular. Embora Hitler ocasionalmente pintasse flores, estas geralmente eram cravos. Essas delicadas orquídeas não são nada do que você esperaria em um latente déspota assassino. Com base no estilo da peça e da assinatura, os especialistas datam a obra em 1913.


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   Hitler passou menos tempo pintando em Munique do que em  Viena. Colecionadores e historiadores consideram raras as pinturas de Hitler no período de Munique. No entanto, como você pode ver neste quadro da Ópera de Munique, ele manteve seu interesse na arquitetura. Essa pintura mostra a casa de ópera  depois de uma tempestade, com a construção refletida no piso molhado.


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   Essa pintura do Portão da Vitória de  Munique é realmente muito realista quando comparada com o monumento real. Como disse um comentarista, "Seu fascínio intenso com a arquitetura está refletido em seus numerosos desenhos de casas, igrejas, prédios públicos e cenas da cidade."


   Infelizmente, o mundo perdeu um pintor mediano para ganhar o maior ditador da nossa era. Há ainda outros quadros do Führer, como esses:








sábado, 20 de junho de 2015

Giuseppe Arcimboldo

   Vida e obra de Giuseppe Arcimboldo

   Giuseppe Arcimboldo (Milão, 1527 - 17 de Julho de 1599) foi um pintor italiano.Suas obras principais incluem a série "As quatro estações", onde usou, pela primeira vez, imagens da natureza, tais como frutas, verduras e flores, para compor fisionomias humanas.Giuseppe Arcimboldo nasceu em Milão (Itália), no ano de 1527. Era filho do pintor Biagio Arcimboldo. No início, Arcimboldo foi discípulo do pai, com quem colaborou no desenho dos vitrais da catedral de Milão. Em 1551, pintou cinco cotas de armas para Fernando da Boêmia. O duque estava de passagem por Milão, e, provavelmente, alguém lhe falou de Arcimboldo. Isso foi antes de se tornar o Imperador Fernando I. É possível que Arcimboldo tenha sido mais famoso do que julgamos. Não se passariam muitos anos até ceder às repetidas solicitações do Imperador Fernando I para morar em Praga, na Tchecoslováquia, recebendo o convite para ser o artista da corte. Durante vários anos, esteve a serviço dos imperadores Fernando I, Maximiliano II e Rodolfo II.

   Em 1562, Arcimboldo deixou a sua terra e entrou na corte do imperador, onde foi estimado e bem tratado por ele, sendo recebido com grande amabilidade e obtendo um bom salário. Serviu aos imperadores como arquiteto, cenógrafo, engenheiro, organizador de festejos e criador de máscaras e fantasias. Os imperadores adquiriram objetos, plantas e animais exóticos vindos de todas as partes do mundo para enriquecer as câmaras de arte e prodígios. Era nessas câmaras que Arcimboldo estudava cada pormenor de animais e plantas que utilizava em seus quadros.

   
   Arcimboldo apreciava transformar um rabanete em um rato? Uma vagem em um inseto? Com certeza ele expandiu a imaginação de seus contemporâneos e de artistas (e não-artistas) até os dias de hoje. Por meio de sua visão vegetariana, ele explorou a relação do homem consigo mesmo e com a natureza. Ele via uma ligação singular entre seres humanos e outros organismos vivos.Suas obras mais famosas são as várias cabeças compostas, que retratam perfis humanos a partir da reunião de bichos, pessoas, plantas e diversos objetos. Suas telas não eram vistas, na época, apenas como pinturas: funcionavam como um jogo, uma brincadeira.

Obras

 

 

sábado, 17 de janeiro de 2015

O que é Arte de Rua(Arte Urbana)?

   Arte Urbana ou street art é a expressão que se refere a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público.
   A arte urbana engloba todo o tipo de arte expressada na rua e normalmente descreve o trabalho de pessoas que desenvolveram um modo de expressão artística mediante o uso de diversas técnicas alternativas como moldes, pôsteres, adesivos, murais e grafite entre as mais importantes também tem o movimento hip hop que traz também essas formas artísticas citadas a cima. Em geral traz uma nova forma de comunicação através de texto, conteúdo e opinião social.
   A história do Grafite no Brasil surgiu na década de 70, precisamente na cidade de São Paulo, época conturbada da história do Brasil, silenciada pela censura com a chegada dos militares no poder.
   Paralelamente ao movimento que despontava em Nova Iorque, o grafite surge no cenário da metrópole brasileira como uma arte transgressora, a linguagem da rua, da marginalidade, que não pede licença e que grita nas paredes da cidade os incômodos de uma geração.
   A partir disso, a arte de grafitar se transforma num importante veículo de comunicação urbano, corroborando, de alguma maneira, a existência de outras vozes, de outros sujeitos históricos e ativos que participam da cidade.
   A partir disso, importante ressaltar que o grafite, inicialmente, foi uma arte caracterizada pela autoria anônima, em que o grafiteiro ou "writer" transformava a cidade num importante suporte de comunicação artística sem delimitação de espaço, mensagem ou mensageiro.
   Portanto, o que importava naquele momento, era a arte em si e não o nome de seu autor. Por esse motivo, os ditos "cânones" são retirados de sua posição central e imperativa para dar lugar a uma arte de todos e para todos; arte da rua, na rua e para a rua; arte da cidade, na cidade e para a cidade: o grafite. Nesse sentido, a arte se funde com a vida do cidadão da metrópole através do movimento mútuo de transformação e de identificação de seus sujeitos
   Assim, desde a década de 70 no Brasil, os grafiteiros se apropriaram do espaço público a fim de transmitirem mensagens de cunho político, social, cultural, humanitário e, sobretudo, artístico. Assim, a arte nesse momento, passa a ser não somente vista dentro dos museus ou dos centros culturais, mas, sobretudo, nas paredes das ruas, nos túneis, nos prédios da cidade.
   Com efeito, o grafite é definido mais que uma linguagem artística, torna-se assim, um importante instrumento de protesto e de transgressão dos valores estabelecidos; em outras palavras, nasce uma nova forma de ocupação do espaço urbano e da percepção artística. De acordo com Celia Maria Antonacci Ramos, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP, a arte do grafite é acima de tudo, a arte da cidade e do público que nela vive:
   "Grafite: grande canal de comunicação, sem conexão com fibra ótica ou cabo elétrico, mas conectado diretamente com a cidade, com o público, com o aqui e agora. O grafite está na cidade, no espaço público, não tem proprietário nem vigia. Na carona dos grafites há sempre os rabiscos aleatórios, as mensagens de amor, as pichações políticas e os anúncios publicitários. Os grafites criados nos “udigrúdi” das cidades levaram o ocidente a presenciar pública e anonimamente o questionamento de muitos de seus valores estabelecidos, entre eles o da ocupação dos espaços da cidade e o da apresentação e valoração da arte. Se uma nova forma de política emerge desse contexto com ela uma nova forma comunicação e de arte."
   Sem espanto, a arte do grafite, possibilitou a comunicação entre todos os moradores da cidade, a união de muitas culturas que coexistem; em outras palavras, permitiu a fusão entre o centro e a periferia.
   No Brasil, essa arte disseminou-se rapidamente pelo país e, hoje em dia, segundo estudiosos do tema, o grafite brasileiro é considerado um dos melhores do mundo. Alguns nomes de destaque no cenário nacional e internacional são: Eduardo Kobra, Alex Hornest, Alessandro Vallauri, Ramon Martins, Gustavo e Otávio Pandolfo (os gêmeos).

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

O que é Arte Naïf ?

    O desejo espontâneo de desenhar e pintar existe desde os primórdios da civilização humana, sendo o seu mais reconhecido exemplo as “pinturas rupestres”.
    O termo Arte Naïf foi pela primeira vez utilizado, no virar do século XIX, para identificar a obra de Henri Rousseau, pintor autodidacta admirado pela vanguarda artística dessa época, que incluía génios como Picasso, Matisse e Paul Gauguin, entre outros.
    Com esta génese, a Arte Naïf começou a afirmar-se como uma corrente que aborda os contextos artísticos de modo espontâneo e com plena liberdade estética e de expressão e os seus seguidores definem-na hoje como “a arte livre de convenções”.
  












    A Arte Naïf é concebida e produzida por artistas sem preparação académica específica e sem a “obrigação” de terem de utilizar técnicas elaboradas e abordagens temáticas e cromáticas convencionais nos trabalhos que executam. Isto não significa que não estudem e aperfeiçoem de modo autodidáctico e experimental o desenvolvimento das suas obras, e não implica que a exigência de qualidade das mesmas seja inferior. A capacidade artística é um dom inato no ser humano e não existem técnicas, regras ou dogmas que, quando ele realmente está presente, lhe possam atrofiar qualidade e retirar valor.
  A Arte Naïf não se enquadra também na designação de Arte Popular, diferindo dela na medida em que se trata de um trabalho de criação individual que apresenta peças artísticas únicas e originais.
  Caracteriza-se em termos gerais por uma aparente simplicidade e pela liberdade que o autor tem para relacionar ou desagregar, a seu belo prazer, determinados elementos considerados formais; a inexistência de perspectiva, a desregulação da composição, a irrealidade dos factos ou a aplicação de paletas de cores chocantes. A Arte Naïf exprime ainda, de um modo geral, alegria, felicidade, espontaneidade e imaginários complexos, resultando, às vezes, todo este conjunto numa beleza aparentemente desequilibrada mas sempre muito sugestiva.
  Alguns críticos afirmam que, contrastando com os “académicos”, que pintam com o cérebro, os “ingénuos” pintam só com a alma. Esta parece ser a verdadeira essência do Naïf, claramente o estilo de quem já nasce com o dom de ser artista.


    

domingo, 12 de janeiro de 2014

Esculturas em frutas,legumes e verduras

Oi gente,vocês lembram que eu tinha postado esculturas em ovos?Pois bem,esse é esculturas em frutas,legumes e verduras.A fruta mais usada para fazer esculturas é a melancia,vejam só:



Existem também outras esculturas,feitas com outras frutas:





E aí gostaram?,Até vocês podem fazer  esculturas com frutas.....desde que vocês não se sujem hein!!!! 











segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Formas de animais com as mãos

Vocês gostam de animais?E de fazer animais com as mãos?Bom, aqui estão várias imagens de animais feitos com as mãos,espero que gostem:




  

Esculpindo cascas de ovos

Vocês gostam de arte?Se sim então vejam essa obra de arte super criativa,escultura em cascas de ovos(ovos de todos os tamanhos).Com uma pequena furadeira,é fácil fazer furos por toda casca do ovo,formando delicadas rendas, grafismos, flores, borboletas, dragões...Os desenhos são feitos de forma singular,furinho a furinho, com toda a paciência e criatividade.Mestres modernos esculpem da mesma forma e beleza os ovos, utilizando apenas sua natureza material:Casca de ovo e corte com brocas de alta velocidade.Outros fazem pinturas magníficas em ovos de Avestruz;outros fazem lamparinas com cascas de ovos,e há também os que fazem nas cascas de ovos de Ganso,etc...A criação é infinita.Veja:




E aí gostaram?
  

Fonte Arco-Íris Lunar: A mais longa do mundo

    Oi, oi, v ocê gostaria de estar "no meio" da cachoeira, onde a água jorra da direita e da esquerda, brilhando com todas as co...