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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Fonte Arco-Íris Lunar: A mais longa do mundo

    Oi, oi, você gostaria de estar "no meio" da cachoeira, onde a água jorra da direita e da esquerda, brilhando com todas as cores do arco-íris? À primeira vista, isso parece um sonho irrealizável e incompreensível. Mas não importa como seja!

    Bem, mesmo que não seja possível estar no meio de uma cachoeira de verdade, você pode olhar para uma artificial. E, ao mesmo tempo, sente-se calmamente em uma cadeira e observe as gotas d'água caindo de ambos os lados de você. E em algum lugar lá em cima, carros e ônibus, bicicletas e caminhões estão zumbindo. 

    Você já ouviu falar da ponte Arco-Íris Lunar? Em coreano:  (달의 무지개 분수), a Fonte Arco-Íris Lunar é a fonte de ponte mais longa do mundo, e este lugar incomum está localizado no coração da República da Coreia - em Seul, na ponte de Banpo, que atravessa o Rio Han, e é tão grande que chegou a bater um recorde mundial no Guinness Book com quase 10.000 bicos LEDs coloridos, que alternam suas cores, e que correm ao longo de ambos os lados com 1,140m de comprimento, lançando 190 toneladas de água por minuto.

    A fonte foi instalada em setembro de 2009, na ponte Banpo, e nesse mesmo ano o prefeito de Seul, Oh Se-hoon declarou que a ponte embelezaria ainda mais a cidade e mostraria a ecologia de Seul, já que a água é bombeada diretamente do próprio rio e continuamente reciclada.

    A ponte, de 1,4km de comprimento, conta com 38 bombas d'água e 380 bicos de cada lado que retiram em torno de 190 toneladas de água por minuto do rio localizado 20 metros abaixo do convés, e disparam essa água em até 43 metros na horizontal, com isso ela volta para o rio, e as bombas fazem o mesmo processo sucessivamente.

    O arco-íris do luar é incomum e interessante, até porque riachos de água quebram das paredes de Banpo. Milhares de jatos d'água caem da ponte e pequenas lanternas, cintilantes em diferentes tons de cores, iluminam tudo ao redor e acrescentam ainda mais mistério. Você pode desfrutar da fonte tanto nas margens do rio como nas plataformas de observação. Que tanto no primeiro, quanto no segundo caso vão ter muitas impressões!

    A ponte Banpo é construída em 2 camadas. Na parte inferior, se encontram as plataformas de observação, onde você pode se sentir dentro da cachoeira e ver toda a beleza da água que cai facilmente e transborda. Faça uma pausa dos problemas e relaxe. Você pode imaginar como é agradável andar em uma ponte dessas! É impossível não parar e assistir a toda essa ação. 


    Você gostaria de ver essa beleza com seus próprios olhos? Então, não perca tempo e faça uma viagem para olhar o arco-íris lunar, uma beleza criada por mãos humanas!    


    

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Indicação de Livros

A Rainha Vermelha

    Finalmente terminei de ler esse livro maravilhoso, já faz alguns dias que eu terminei, é que realmente não deu tempo de postar sobre ele.
    Sobre A Rainha Vermelha: Eu amei, a história me prendeu do início ao fim.Eu particularmente amo histórias sobre realeza, poderes, etc.O livro foi escrito pela autora Victoria Aveyard, publicado pela Editora HarperCollins, e no Brasil pela Editora Seguinte.
    "Red Queen" é uma saga de 4 Livros, "A Rainha vermelha", "Espada de Vidro", "A Prisão do Rei" e "Tempestade de Guerra", contando com mais um livro de coletânea de contos de A Rainha Vermelha, nomeado "Coroa Cruel".
    A História se passa em um mundo governado pela monarquia e divido pela cor do sangue.Plebeus são vermelhos e nobres são prateados, os vermelhos servem os prateados, enquanto esses exibem seus poderes para mostrar que são superiores e deuses.


RESENHA (Alerta Spoilers!!)

    Mare Barrow vive num mundo onde a sociedade é dividida pela cor do sangue: Prateados, que são os governantes do mundo, com poderes especiais (fortes, dominam o fogo, dominam a água, leem mentes, ficam invisíveis, entre outros), são como deuses; e os Vermelhos: escravos, trabalhadores, e quando completam 18 anos tem somente duas escolhas, ir para a guerra ou trabalhar para uma família prateada. Os Barrow são vermelhos e Mare rouba pequenas coisas aqui e ali para ajudar a sustentar sua família e já se conformou que seu destino é morrer na guerra. 


    Após um incidente de ser pega roubando um prateado, ele acaba não a entregando para a polícia, ao invés disso consegue um emprego na casa de verão da família real para ela.No Dia da Prova Real, ela descobre que o prateado que a ajudou é Cal, príncipe herdeiro das Casas Calore e Jacos, e que a Prova Real não passa de um concurso de talentos violentos, onde as princesas demonstram seus poderes ao príncipe para que ele escolha a mais forte para ser sua noiva.
    No entanto algo sai errado, Mare cai no campo de força onde seria suposto morrer eletrocutada.Mas isso não acontece e ela descobre que tem poderes ligados à eletricidade na frente de todos os nobres.Ela não somente controla a eletricidade, mas produz também, algo que nenhum prateado faz. É aí que a história começa a se desenrolar com vários acontecimentos surpreendentes e muitas reviravoltas.



    O Rei e a Rainha veem uma oportunidade para usar Mare como símbolo de seu reinado, a Rainha Vermelha, vermelha na cabeça, prateada no coração. Assim, acreditam que conseguirão calar a revolução que lentamente avança e ameaça o seu reinado, os vermelhos rebeldes chamados de Guarda Escarlate.
    Então começa um triângulo amoroso -Cal, Mare e Maven, na verdade é uma loucura amorosa, mas não vou contar pra não acabar com diversão da história.Mare começa a viver entre os prateados, mas trabalha infiltrada na Guarda Escarlate, mas quanto mais convive com eles, mais descobre que as coisas não são exatamente como pensava. Eles são prateados, superiores, a corte pode ser muito pior que sua vila.


    Digo finalmente que esse livro é encantador e surpreendente, a história foi muito bem escrita e elaborada, pra mim ele faz uma critica a nossa sociedade atual, os vermelhos são os trabalhadores pobres, trabalham curvados, e os prateados são os ricos, trabalham com a postura ereta e são servidos pelos vermelhos.É uma trama cheia de reviravoltas, quando você acha que sabe pra onde vai,ou que já se encontrou, puf, toma um rumo totalmente novo. Um ponto que me intrigou é que a cor do sangue dos prateados é realmente prateada, não é somente o nome de uma classe social, e que essa história quebrou os padrões de que quem é da realeza tem sangue Azul.
    Eu realmente indico essa história, é maravilhosa, me fez ter várias emoções diferentes e eu me apaixonei por um personagem em especial,mas não vou contar quem é.... Leiam essa história, e me contem o que acharam, eu estou doida para ler o segundo livro...







Curiosidade: A autora da saga disse que a cada edição as capas dos livros vão ficando mais escuras pois o céu sempre escurece antes de uma tempestade (e justamente o último livro se chama "Tempestade de Guerra"). 
 

 
     

 

 



quarta-feira, 1 de julho de 2015

Lord Voldemort de Harry Potter realmente existiu!!!




  O título da notícia pode deixar fãs de Harry Potter, assim como eu, eufóricos e, claro, há quem diga ser mentira. Mas não é!
   O temido Thomas Riddle(nome verdadeiro de Lord Voldemort) realmente existiu, ou melhor, existiu um homem chamado Thomas Riddell, que era conhecido por sua grande influência como feiticeiro na cidade de Edimburgo, na Escócia.
Então, sem mais delongas, vamos dar uma revisada na história de Thomas, ou melhor, Lord Voldemort para os íntimos.

Mal em vida, mal em morte

 
  Thomas Riddell era um homem popular na cidade de Edimburgo, na Escócia. Mas sua fama não era nada boa, muito pelo contrário, ele era conhecido por seus rituais de magia negra, bem como suas feitiçarias.
  Segundo alguns documentos oficiais da época, o homem teria sido acusado pela morte de quase cem pessoas, quando escapou da prisão utilizando “magia negra”.
Logo após sua fuga, milhares de pessoas foram morrendo aos poucos, as quais sempre eram atribuídas como causa da morte, poções e rituais de feitiçaria demoníaca. Ao todo, foram pelo menos 18 mil mortes ligadas aos rituais mágicos de Riddell.
  Algum tempo depois, o corpo dele foi encontrado em uma floresta, próxima a cidade de Edimburgo. Na época, ele ficou conhecido como “Riddell Sanguinário”, sendo enterrado no cemitério Greyfriars.
  Até então, tudo resolvido. Mas em 1999, um homem embriagado buscava um local seco para dormir em meio a forte chuva que caía na cidade. Infelizmente, o homem foi encontrar abrigo logo no túmulo, já quase coberto, de Thomas.
  Enquanto se ajeitava entre as pedras, ele acabou quebrando a lápide ilegível e caindo dentro do túmulo. A terra desmoronou, e o homem adentrou o antigo caixão, já completamente apodrecido.
Ele saiu correndo assustado, espalhando os ossos de Thomas que ficaram presos em suas roupas por vários locais do cemitério. Infelizmente, nem todos os ossos foram encontrados. Coisa que, na época, foi atribuído ao grande número de cachorros que rondavam o cemitério abandonado, há muito tempo.

O cemitério do mal



  Desde este fato, o local começou a ser palco de muitos eventos, no mínimo, estranhos. O primeiro incidente aconteceu quando um homem, que cuidava de uma pequena plantação ao lado do cemitério, desmaiou dentro no local e veio a falecer.
  Depois disso, os eventos tornaram-se ainda mais cotidianos. Pessoas que passeiam pelo local acabam tendo seus braços ou pernas quebradas, misteriosamente. Mesmo sem haver nenhuma queda.
  As ocorrências foram tantas, que uma lei municipal impediu que as pessoas circulassem dentro do cemitério, em qualquer hora do dia. Para garantir que tal ordem fosse cumprida, a polícia local montou um posto de guarda, do lado de fora do cemitério.
   A partir daí, o local ficou conhecido como “Cemitério do Mal”. Recentemente, ele foi aberto para visitações, mas estas somente ocorrem em duplas, sempre com um guia especializado em fenômenos paranormais.
  Além disso, é impossível chegar ao local onde está o que sobrou dos ossos de Thomas. Porém, mesmo assim, estima-se que pelo menos cem pessoas tiveram os ossos quebrados, enquanto visitavam o cemitério.
  Sem contar essa centena de pessoas, pelo menos três vezes maior é o número de pessoas que desmaiaram ou passaram mal, dentro do cemitério do mal. Tanto o governo, quanto os guias locais, não se responsabilizam pelo o que vier a acontecer com as pessoas, no interior do cemitério.

Tentativas de retaliação


  Com a popularização, em toda a Escócia, do que ocorre no Cemitério do Mal, vários habitantes da região tentaram realizar sessões de exorcismo ou orações no local, a fim de expulsar o espírito do antigo feiticeiro.
  Mas de nada adiantou. Muito pelo contrário, a cada tentativa de retaliação feita pela população, os ataques se tornam mais frequentes e perigosos, sem contar no fato de que seis pessoas já morreram no local, tentando “expulsar” o demônio que habita aquelas terras.
  Ainda em 2015, um grupo de pesquisadores passou cerca de uma semana acampado no cemitério, no intuito de levantar informações sobre o que ocorre dentro do cemitério. Felizmente, nenhum dos pesquisadores morreu (lá dentro).
  Mas o que acharam por lá foi extremamente macabro. Segundo os dois pesquisadores, que ainda estão vivos (os outros dois se suicidaram, pouco mais de um mês depois da pesquisa), dentro do local existem muitas manifestações sobrenaturais.
  Ainda segundo eles, é possível que haja uma certa organização de “almas”, onde o feiticeiro controla as demais. De acordo com seus depoimentos “foi como passar uma semana no inferno”, o período em que ficaram no Cemitério do Mal.
  Atualmente, os pesquisadores estão inacessíveis. Um deles, HerbetWahs, está sob custódia da polícia de Edimburgo e o segundo, ElligtonWahs está em uma clínica de reabilitação para lunáticos, pois tem sérias crises de pânico.
  Os casos que ocorrem dentro do cemitério são um mistério, portanto o que acontece lá, fica lá. São poucos os que aceitam comentar sobre suas experiências.

sábado, 20 de junho de 2015

Giuseppe Arcimboldo

   Vida e obra de Giuseppe Arcimboldo

   Giuseppe Arcimboldo (Milão, 1527 - 17 de Julho de 1599) foi um pintor italiano.Suas obras principais incluem a série "As quatro estações", onde usou, pela primeira vez, imagens da natureza, tais como frutas, verduras e flores, para compor fisionomias humanas.Giuseppe Arcimboldo nasceu em Milão (Itália), no ano de 1527. Era filho do pintor Biagio Arcimboldo. No início, Arcimboldo foi discípulo do pai, com quem colaborou no desenho dos vitrais da catedral de Milão. Em 1551, pintou cinco cotas de armas para Fernando da Boêmia. O duque estava de passagem por Milão, e, provavelmente, alguém lhe falou de Arcimboldo. Isso foi antes de se tornar o Imperador Fernando I. É possível que Arcimboldo tenha sido mais famoso do que julgamos. Não se passariam muitos anos até ceder às repetidas solicitações do Imperador Fernando I para morar em Praga, na Tchecoslováquia, recebendo o convite para ser o artista da corte. Durante vários anos, esteve a serviço dos imperadores Fernando I, Maximiliano II e Rodolfo II.

   Em 1562, Arcimboldo deixou a sua terra e entrou na corte do imperador, onde foi estimado e bem tratado por ele, sendo recebido com grande amabilidade e obtendo um bom salário. Serviu aos imperadores como arquiteto, cenógrafo, engenheiro, organizador de festejos e criador de máscaras e fantasias. Os imperadores adquiriram objetos, plantas e animais exóticos vindos de todas as partes do mundo para enriquecer as câmaras de arte e prodígios. Era nessas câmaras que Arcimboldo estudava cada pormenor de animais e plantas que utilizava em seus quadros.

   
   Arcimboldo apreciava transformar um rabanete em um rato? Uma vagem em um inseto? Com certeza ele expandiu a imaginação de seus contemporâneos e de artistas (e não-artistas) até os dias de hoje. Por meio de sua visão vegetariana, ele explorou a relação do homem consigo mesmo e com a natureza. Ele via uma ligação singular entre seres humanos e outros organismos vivos.Suas obras mais famosas são as várias cabeças compostas, que retratam perfis humanos a partir da reunião de bichos, pessoas, plantas e diversos objetos. Suas telas não eram vistas, na época, apenas como pinturas: funcionavam como um jogo, uma brincadeira.

Obras

 

 

sábado, 18 de abril de 2015

Jardim Alnwick

    A jardinagem parece ser um passatempo bastante inofensivo. Afinal, não é muito estressante cuidar de todas aquelas flores e vegetais amigáveis… certo?
    Bem, um jardineiro experiente pode lhe contar sobre arbustos espinhosos e ervas venenosas, mas tudo isso não se compara às coisas que esse jardim abriga.
 Eles não estão brincando!



    O Jardim Alnwick, em Northumberland, na Inglaterra, possui uma variedade de espécimes exuberantes. Cada planta neste jardim botânico macabro é venenosa ou estupefaciente.
    Embora soe como uma relíquia gótica que sobrou de tempos passados, o jardim foi na verdade criado apenas há pouco tempo por Jane Percy, a Duquesa de Northumberland. Ela queria um jardim, mas diferente de qualquer outro. Ela ficou interessada em plantas que causam problemas em vez de resolvê-los.
    Sim, você pode visitá-lo. Para chegar ao jardim, os visitantes são conduzidos através de um longo túnel verde.
  O jardim é o lar de algumas das substâncias mais tóxicas do planeta, incluindo a Atropa belladona (beladona, relacionada com batatas e tomates), Strychnos nux-vomica (estricnina), e Conium maculatum (cicuta).
  Ele também abriga uma coleção de plantas entorpecentes como papoulas de ópio, tabaco, psilocibina (cogumelos “mágicos”), plantas de coca (de onde a cocaína vem), e a cannabis. Algumas das plantas são mantidas em gaiolas, e no passeio, os visitantes são mantidos relativamente perto delas.
  Ficar longe das plantas mortais às vezes não é suficiente; algumas pessoas desmaiam só de estar perto de certas espécies.
  Esta é a Nicandra, uma das muitas plantas da família das solanáceas. Nem todas as plantas da família são venenosas, como beringelas e petúnias. No entanto, a mesma família também inclui a beladona, a mandrágora e a datura, todas altamente venenosas.
  Esta é a flor trombeta de anjo. Parece inofensiva, mas o seu pólen tem propriedades alucinógenas semelhantes aos do LSD. No período vitoriano, as mulheres eram conhecidas por polvilhar isso em seu chá. O excesso também causa uma poderosa overdose.
  O acônito é tão venenoso que colocar suas raízes em um poço mataria uma aldeia inteira. Seu nome em latim, Aconitum, vem de uma palavra grega que significa “sem luta”, por causa de sua ação rápida e natureza mortal. Deve ser manuseado com luvas, uma vez que a toxina pode também ser absorvida através da pele. Cleópatra usou isso para matar seu irmão.
  Louros são comuns em toda a Inglaterra e em outras áreas da Europa, mas seu fumo é tóxico. No entanto, isso não significa que ele não possa ser comido, e provavelmente você já adicionou em sua comida uma folha dessas.
  A árvore laburno tem componentes venenosos. Ingerir suas folhas faz a pessoa entrar em coma e espumar pela boca.
  Esta planta nos dá sementes de mamona, que podem ser usadas para criar duas coisas: óleo de rícino, um laxante suave, e ricina, um veneno extremamente mortal para o qual não há cura.
  Finalmente, temos a planta tóxica favorita de muitos: a cannabis.
 Por causa de seu conteúdo, o jardim é fechado todas as noites e mantido em segurança máxima. Apesar de ter sido inaugurado oficialmente em 2005, partes do jardim ainda estão incompletas e em construção. Além das várias maneiras de ser morto pelas plantas, o jardim é também o lar de um labirinto de bambu e uma casa na árvore multi-nível – ambos sem nenhum veneno. [SmithsonianAtlas Obscura]
    É, realmente algumas plantas podem ter uma beleza de matar!!
   
      

sábado, 28 de março de 2015

Livro: Anne de Green Gables




Sinopse

   Uma menina de 11 anos, com cabelos ruivos, sardas e uma mente tão perspicaz quanto a de um cientista em busca de conhecimento, chega a uma terra onde as tardes são calmas; os pores do sol, alaranjados; as florestas, aconchegantes; e os rios, suaves, como o ritmo do povoado.
   Como a floresta mal-assombrada do mundo criativo de Anne, as pessoas de Avonlea não a recebem muito bem.Diferente, inteligente, preocupada e de um tanto desastrada, a garotinha de sonhos sapecas vai aos poucos conquistando o coração de cada um.
   Entre uma travessura e outra que insiste em permear os gramados em que pisa, Anne vai mostrando como é aproveitar a vida de uma forma mais simples e divertida.Seja caindo de um barco, ou esquecendo de preparar um bolo, ela vai amansando a todos, pois uma pitada de baunilha não faz mal a ninguém, nem que  isso traga um pouco de confusão.
   Sua boca é uma matraca, e seus sonhos são maiores que moinhos de vento.Anne vai crescendo... e crescendo... e de patinho feio revela-se um elegante e atento cisne, pronto para abrir suas asas e voar para além das veredas.Mas a vida  é feita de artimanhas, e a nossa garotinha adotada pelos irmãos Marilla e Matthew tem algumas cercas a pular, sem jamais deixar seus sonhos desvanecerem, como algumas criaturas fazem...


Biografia da autora

  Maud nasceu em New London, na Ilha do Príncipe Eduardo, uma das províncias do Canadá, em 1874. Quando ela tinha menos de 2 anos, sua mãe faleceu devido à tuberculose e, consternado, seu pai percebeu que não teria como criá-la sozinha e deu a custódia para os avós maternos.
  Durante a sua infância, Lucy viveu em várias cidades pequenas, isoladas e com pouquíssimos amigos. Essa solidão, apesar de parecer negativa para a sua formação, foi a razão para a menina desenvolver a sua criatividade e imaginação.
  Na sua adolescência, Maud passou a morar com seus avós paternos, que a criarem de maneira rígida e inflexível. Quando acabou a escola, ingressou na Prince of Wales College e formou-se em pedagogia. Em 1895, ela estudou literatura na Dalhousie University.
  Após terminar completamente seus estudos, a escritora trabalhou como professora em diversas cidades. Entretanto, ela estava infeliz na carreira de docente e começou a investir nas suas habilidades de escrita no tempo livre. Por conta dessa dedicação, vários de seus contos foram publicados em revistas e jornais da época. Entre 1897 e 1907, mais de 100 obras suas foram divulgadas.
  Durante a sua juventude, Montgomery esteve em diversos relacionamentos amorosos, tendo, inclusive, terminado um noivado pouco antes de se casar. Após muitas idas e vindas, em 1911, ela casou-se com um rapaz chamado Ewan MacDonald.
  Nessa mesma época, Lucy estava se tornando famosa por causa de suas publicações em revistas e jornais. Ela lançou o seu primeiro livro em 1908, chamado Anne of Green Gables. Este foi a primeira obra de uma série de livros com a personagem Anne, uma órfã adolescente que começa a descobrir o amor e a vida.
  Até a sua morte, em 1942, Lucy escreveu ao todo 10 livros com Anne como a protagonista. Alguns especialistas acreditam que a autoria sofria de uma grande depressão e, por isso, utilizava a literatura como válvula de escape para a sua vida infeliz.
  A causa de sua morte, na época, foi considera como falência múltipla de órgãos. Entretanto, anos depois, uma de suas netas revelou que Maud tirou a sua própria vida com uma overdose de remédios. Apesar de ela acreditar que nunca havia escrito nenhuma obra de grande valor, a autora foi homenageada como a primeira mulher no Canadá a ser nomeada para a "Royal Society of Arts", na Inglaterra.
  Apesar de ter sido uma trajetória triste, Lucy Maud Montgomery escreveu livros que até hoje são lidos por crianças e adolescentes no mundo todo. Conheça a história da orfã Anne e faça o donwload dos 10 livros (provavelmente em inglês) de Anne como protagonista: 



Filme: Free Willy

Free Willy
  Jesse (Jason James Richter) é um menino que perdeu os pais muito cedo. Ele costumava saltar de orfanato em orfanato, até que passou a viver nas ruas. Numa noite, ele e seu amigo Perry (Michael Bacall) são flagrados pelo policial Dwight (Mykel T. Williamson) pixando um parque local. Apesar da situação, o agente de policia simpatiza com Jesse e o apresenta para Glen e Annie Greenwood (Michael Madsen e Jayne Atkinson) que irão adotar o garoto. Parte da punição por sua pequena infração envolve limpar a sujeira que ele fez no parque e é lá que Jesse conhece Willy, uma orca que está sendo treinada para ser a atração especial do local. No entanto, Willy não responde bem ao adestramento. Ela foi roubada de sua família por um pescador mercenário e ainda está traumatizada. Jesse e Willy desenvolvem uma estreita ligação emocional. Só que o dono do parque não está satisfeito com o desempenho de Willy e calcula que a orca vale mais viva do que morta. A partir daí Jesse fará de tudo para salvar o animal e devolvê-lo para o oceano.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

A História do Xadrez!!!

  O Xadrez é um jogo tão antigo que, durante todos os anos de sua existência, várias foram as histórias associadas a sua origem.
  A primeira história que se é contada mundialmente se passa na Índia. Havia uma pequena cidade chamada Taligana, e o único filho do poderoso rajá foi morto em uma sangrenta batalha. O rajá entrou em depressão e nunca havia conseguido superar a perda do filho. O grande problema era que o rajá não só estava morrendo aos poucos, como também estava se descuidando em relação ao seu reino. Era uma questão de tempo até que o reino caísse totalmente.
  Vendo a queda do reino, um brâmane chamado Lahur Sessa, certo dia foi até o rei e lhe apresentou um tabuleiro contendo 64 quadrados, brancos e pretos, além de diversas peças que representavam fielmente as tropas do seu exército, a infantaria, a cavalaria, os carros de combate, os condutores de elefantes, o principal vizir e o próprio rajá.
  O sacerdote disse ao rajá que tal jogo poderia acalmar seu espírito e que sem dúvida alguma, iria curar-se da depressão. De fato, tudo o que o brâmane disse acontecera, o rajá voltou a governar seu reino, tirando o a crise de seu caminho.
  Era inexplicável como aquilo tudo aconteceu, sendo um único tabuleiro com peças o responsável por tirar a tristeza do rajá. Como recompensa, o brâmane foi agraciado com a oportunidade de pedir o que quisesse. Logo de primeira, ele recusou tal oferta, pois achava que não fosse merecedor de tal proposta, mas mediante insistência do rajá, ele fez um simples pedido. O brâmane pediu simplesmente um grão de trigo para a primeira casa do tabuleiro, dois para a segunda, quatro para a terceira, oito para a quarta e assim sucessivamente até a última casa. O rajá chegou a achar graça, tamanha a ingenuidade do pedido.
  Entretanto, o humilde pedido do brâmane não era tão humilde assim. Após fazerem vários cálculos de quanto trigo eles teriam que dar para ele, descobriram que seria necessário toda a safra do reino por incríveis dois mil anos para atender ao pedido do sacerdote. Impressionado com a inteligência do brâmane, o rajá o convidou para ser o principal vizir (espécie de ministro, conselheiro do rajá) do reino, sendo perdoado por Sessa de sua grande dívida em trigo.
  Na verdade, o que o brâmane apresentou para o rajá não foi o jogo de xadrez, foi a chaturanga, uma das principais variantes do jogo de xadrez moderno.
   
  Outra grande possibilidade que se apresenta em diversas histórias sobre a origem do Xadrez, é que Ares, o deus da guerra, teria criado um tabuleiro para testar suas táticas de guerra (que eram bem limitadas, pois Ares nunca foi conhecido por ter tática nas suas batalhas, ele era simplesmente agressivo, atacando sem precisão alguma na maioria das vezes). Entretanto, cada peça do tabuleiro representava uma parte do seu exército, e assim foi, até que Ares teve um filho com uma mortal, e passou para ele os fundamentos do jogo. A partir de então, o jogo teria chegado ao conhecimento dos mortais.
  É sabido que entre 1450 e 1850, o Xadrez começou a ter mudanças visíveis em relação ao que conhecemos hoje em dia. Foi nesse período que diversas peças ganharam movimentos que conhecemos atualmente, claro, todos esses movimentos e peças tendo como origem a Chaturanga.
  O elefante (o antecessor do moderno bispo) somente podia mover-se em saltos por duas casas nas diagonais. O vizir (o antecessor da dama) somente uma casa nas diagonais. Os peões não podiam andar duas casas em seu primeiro movimento e não existia ainda o roque. Os peões somente podiam ser promovidos a vizir, que era a peça mais fraca, depois do peão, em razão da sua limitada mobilidade.

 
  As regras do Xadrez que conhecemos hoje começaram a ser feitas em 1475, só não se sabe ao certo onde ocorreu esse início. Alguns historiadores divergem entre Espanha e Itália.
  Foi neste período que os peões ganharam a mobilidade que conhecemos hoje em dia, que se resume em mover-se duas casas no seu primeiro movimento e tomar outros peões en passant. Nessa época também foram definido os novos movimentos dos bispos e da rainha e, o mais importante, a rainha tornou-se a peça mais importante do jogo, sendo a única capaz de se movimentar para qualquer lado e avançar ou recuar quantas casas quiser. Os movimento das demais peças, juntamente com o resto das regras que englobam todo o Xadrez, só foram formalmente modificadas no meio do século XIX, e tais regras ainda se mantêm até hoje.

sábado, 17 de janeiro de 2015

O que é Arte de Rua(Arte Urbana)?

   Arte Urbana ou street art é a expressão que se refere a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público.
   A arte urbana engloba todo o tipo de arte expressada na rua e normalmente descreve o trabalho de pessoas que desenvolveram um modo de expressão artística mediante o uso de diversas técnicas alternativas como moldes, pôsteres, adesivos, murais e grafite entre as mais importantes também tem o movimento hip hop que traz também essas formas artísticas citadas a cima. Em geral traz uma nova forma de comunicação através de texto, conteúdo e opinião social.
   A história do Grafite no Brasil surgiu na década de 70, precisamente na cidade de São Paulo, época conturbada da história do Brasil, silenciada pela censura com a chegada dos militares no poder.
   Paralelamente ao movimento que despontava em Nova Iorque, o grafite surge no cenário da metrópole brasileira como uma arte transgressora, a linguagem da rua, da marginalidade, que não pede licença e que grita nas paredes da cidade os incômodos de uma geração.
   A partir disso, a arte de grafitar se transforma num importante veículo de comunicação urbano, corroborando, de alguma maneira, a existência de outras vozes, de outros sujeitos históricos e ativos que participam da cidade.
   A partir disso, importante ressaltar que o grafite, inicialmente, foi uma arte caracterizada pela autoria anônima, em que o grafiteiro ou "writer" transformava a cidade num importante suporte de comunicação artística sem delimitação de espaço, mensagem ou mensageiro.
   Portanto, o que importava naquele momento, era a arte em si e não o nome de seu autor. Por esse motivo, os ditos "cânones" são retirados de sua posição central e imperativa para dar lugar a uma arte de todos e para todos; arte da rua, na rua e para a rua; arte da cidade, na cidade e para a cidade: o grafite. Nesse sentido, a arte se funde com a vida do cidadão da metrópole através do movimento mútuo de transformação e de identificação de seus sujeitos
   Assim, desde a década de 70 no Brasil, os grafiteiros se apropriaram do espaço público a fim de transmitirem mensagens de cunho político, social, cultural, humanitário e, sobretudo, artístico. Assim, a arte nesse momento, passa a ser não somente vista dentro dos museus ou dos centros culturais, mas, sobretudo, nas paredes das ruas, nos túneis, nos prédios da cidade.
   Com efeito, o grafite é definido mais que uma linguagem artística, torna-se assim, um importante instrumento de protesto e de transgressão dos valores estabelecidos; em outras palavras, nasce uma nova forma de ocupação do espaço urbano e da percepção artística. De acordo com Celia Maria Antonacci Ramos, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP, a arte do grafite é acima de tudo, a arte da cidade e do público que nela vive:
   "Grafite: grande canal de comunicação, sem conexão com fibra ótica ou cabo elétrico, mas conectado diretamente com a cidade, com o público, com o aqui e agora. O grafite está na cidade, no espaço público, não tem proprietário nem vigia. Na carona dos grafites há sempre os rabiscos aleatórios, as mensagens de amor, as pichações políticas e os anúncios publicitários. Os grafites criados nos “udigrúdi” das cidades levaram o ocidente a presenciar pública e anonimamente o questionamento de muitos de seus valores estabelecidos, entre eles o da ocupação dos espaços da cidade e o da apresentação e valoração da arte. Se uma nova forma de política emerge desse contexto com ela uma nova forma comunicação e de arte."
   Sem espanto, a arte do grafite, possibilitou a comunicação entre todos os moradores da cidade, a união de muitas culturas que coexistem; em outras palavras, permitiu a fusão entre o centro e a periferia.
   No Brasil, essa arte disseminou-se rapidamente pelo país e, hoje em dia, segundo estudiosos do tema, o grafite brasileiro é considerado um dos melhores do mundo. Alguns nomes de destaque no cenário nacional e internacional são: Eduardo Kobra, Alex Hornest, Alessandro Vallauri, Ramon Martins, Gustavo e Otávio Pandolfo (os gêmeos).

Fonte Arco-Íris Lunar: A mais longa do mundo

    Oi, oi, v ocê gostaria de estar "no meio" da cachoeira, onde a água jorra da direita e da esquerda, brilhando com todas as co...