quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Brigadeiro...De onde surgiu esse nome?

   As vezes fico me perguntando, quem nunca comeu Brigadeiro?? Pois é, todo mundo já deve ter dado aquela "beliscadinha" nesse doce maravilhoso.Esses dias estava um pouco pensativa e me veio uma dúvida: "De onde surgiu o nome Brigadeiro?", ai eu resolvi pesquisar, e vocês não fazem ideia do que eu acabei encontrando.
   Festa de aniversário sem brigadeiro não tem a menor graça. Afinal, ele é a grande vedete das festas infantis e de adultos também! E brigadeiro é produto nacional, foi inventado no Brasil depois da Segunda Guerra Mundial.

    


   Na época de guerra, os produtos frescos, como o leite, ovos e açúcar eram muito difíceis de serem encontrados e a turma passava a maior vontade de comer um docinho. No entanto, os enlatados estavam disponíveis, inclusive o leite condensado, que havia sido inventado por um americano em 1856.
    Foi aí que um cara muito esperto, que ninguém nunca identificou, teve a brilhante ideia de misturar leite condensado com chocolate e o brigadeiro surgiu. O delicioso, o maravilhoso, o brigadeiro...
    O nome foi uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes, um político que estava concorrendo à presidência da República em 1945. O mais engraçado de tudo foi o slogan que o candidato utilizou para chamar a atenção das eleitoras: "Vote no brigadeiro, é bonito e é solteiro."




Por que a água do mar é salgada???



  Ir à praia e tomar banho de mar é uma das melhores coisas dessa vida, não é mesmo?Pois é.O ruim é quando, sem querer, acabamos sentido o gosto da água, que é muito ruim e tem um forte gosto de sal!

 Mas por que a água do mar é salgada? E de onde vem o sal do mar?


  Ao contrário do que muita gente pensa, o sal não “surge” no mar, ele encontra-se presente nas rochas.Por isso, quando a água do próprio mar desgasta as rochas litorâneas, elas vão se fragmentando e se dividindo em pequenas partículas, incluindo os sais minerais que se encontram nelas.Já ouviram falar da expressão “água mole, pedra dura, tanto bate até que fura”?

  Mas os maiores responsáveis pela salinidade da água mar são os rios. Apesar de a água deles não ser salgada, eles são os que mais desgastam as rochas e retiram delas os seus sais minerais, depositando tudo nos oceanos.Afinal, a imensa maioria dos rios existentes no planeta deságua em algum mar.Com o calor, a água dos oceanos vai lentamente evaporando, ao passo que o sal não evapora e permanece lá. 


  Alguns estudos científicos calculam que, a cada ano, mais de dois milhões de toneladas de sal dos mais diversos tipos são depositados no mar pelos rios. E o sal de cozinha, conhecido também como cloreto de sódio, é o que se encontra em maior quantidade, existindo alguns outros tipos, como o carbonato de cálcio e o cloreto de magnésio.

  No entanto, ter sal na água não é um privilégio dos mares e oceanos. Os lagos também podem ser salgados. Aliás, a água mais salgada do mundo é justamente a de um lago, que, no entanto, recebe o nome de “mar” ou, mais precisamente, Mar Morto, que é abastecido pelo Rio Jordão.

  O Mar Morto é tão salgado que nenhum ser vivo pode viver nele, exceto um tipo muito específico de bactéria. Além disso, a grande presença de sal faz com que as suas águas fiquem muito densas, permitindo que qualquer pessoa fique boiando nele com grande facilidade!

  A grande quantidade de sal no Mar Morto permite que qualquer corpo flutue sobre ele.
  Mas, cuidado! Não tente beber a água do mar, pois, além de sal, ela possui um grande número de outras substâncias que podem fazer mal à saúde. Portanto, se você ingeri-la, poderá ter sérios problemas.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Hitler e seus quadros!!!

   Acho que aqui todos já conhecem a famosa história de Adolf Hitler, aquele que criou e foi líder do partido Nazista e que matou milhões de judeus, mas o que poucas pessoas sabem é que ele se candidatou na academia de Belas Artes, mas não teve sorte, em 1908 seu pedido foi recusado.Bom, mas vamos ao que interessa, aos quadros do Artista Adolf Hitler (ele assinava seus quadros como A.Hitler).
   Pitorescas igrejas, catedrais imponentes, campos tranquilos e suaves cenas de praia, todas pintadas em delicadas aquarelas. As pinturas abaixo poderiam ser obra de uma senhora idosa, ou de um jovem artista amador; querendo  fazer algum dinheiro, vendendo-as para os turistas. De fato, a segunda alternativa está correta. Só que o jovem artista  é tão somente: Adolf Hitler.


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   É difícil de acreditar que o pintor dessas cenas pacíficas mergulharia o mundo nas trevas do horror, levando à morte seis milhões de judeus: homens, mulheres e crianças; ou  qualquer outra pessoa considerada inferior, inútil ou uma ameaça aos sonhos da pureza ariana.

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   A Academia de Belas Artes de Viena rejeitou Hitler duas vezes: em 1907 e  em 1908. Nas duas ocasiões, o seu trabalho não foi considerado bom o suficiente. Um instrutor da escola sugeriu que talvez a arquitetura estivesse mais de acordo com os talentos de Hitler. Mas  isso implicaria em voltar a estudar, o que Hitler odiava, então,  ele (infelizmente para o resto do mundo) recusou a sugestão.



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   Pintado em algum momento entre 1910 e 1912, o trabalho acima representa o castelo e a igreja de St. Perchtoldsdorf. Comentando sobre a pintura, Peter Jahn, um historiador de arte especializado nos quadros de Hitler, disse: "Esta aquarela esta muito bem feita, de boa qualidade e já mostra o progresso na maneira de Hitler pintar" Esteticamente, parece melhor do que algumas das pinturas anteriores de Hitler. Observe o céu turvo, um cenário  favorito do futuro Führer.


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   O quadro acima é bastante singular. Embora Hitler ocasionalmente pintasse flores, estas geralmente eram cravos. Essas delicadas orquídeas não são nada do que você esperaria em um latente déspota assassino. Com base no estilo da peça e da assinatura, os especialistas datam a obra em 1913.


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   Hitler passou menos tempo pintando em Munique do que em  Viena. Colecionadores e historiadores consideram raras as pinturas de Hitler no período de Munique. No entanto, como você pode ver neste quadro da Ópera de Munique, ele manteve seu interesse na arquitetura. Essa pintura mostra a casa de ópera  depois de uma tempestade, com a construção refletida no piso molhado.


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   Essa pintura do Portão da Vitória de  Munique é realmente muito realista quando comparada com o monumento real. Como disse um comentarista, "Seu fascínio intenso com a arquitetura está refletido em seus numerosos desenhos de casas, igrejas, prédios públicos e cenas da cidade."


   Infelizmente, o mundo perdeu um pintor mediano para ganhar o maior ditador da nossa era. Há ainda outros quadros do Führer, como esses:








quarta-feira, 1 de julho de 2015

Lord Voldemort de Harry Potter realmente existiu!!!




  O título da notícia pode deixar fãs de Harry Potter, assim como eu, eufóricos e, claro, há quem diga ser mentira. Mas não é!
   O temido Thomas Riddle(nome verdadeiro de Lord Voldemort) realmente existiu, ou melhor, existiu um homem chamado Thomas Riddell, que era conhecido por sua grande influência como feiticeiro na cidade de Edimburgo, na Escócia.
Então, sem mais delongas, vamos dar uma revisada na história de Thomas, ou melhor, Lord Voldemort para os íntimos.

Mal em vida, mal em morte

 
  Thomas Riddell era um homem popular na cidade de Edimburgo, na Escócia. Mas sua fama não era nada boa, muito pelo contrário, ele era conhecido por seus rituais de magia negra, bem como suas feitiçarias.
  Segundo alguns documentos oficiais da época, o homem teria sido acusado pela morte de quase cem pessoas, quando escapou da prisão utilizando “magia negra”.
Logo após sua fuga, milhares de pessoas foram morrendo aos poucos, as quais sempre eram atribuídas como causa da morte, poções e rituais de feitiçaria demoníaca. Ao todo, foram pelo menos 18 mil mortes ligadas aos rituais mágicos de Riddell.
  Algum tempo depois, o corpo dele foi encontrado em uma floresta, próxima a cidade de Edimburgo. Na época, ele ficou conhecido como “Riddell Sanguinário”, sendo enterrado no cemitério Greyfriars.
  Até então, tudo resolvido. Mas em 1999, um homem embriagado buscava um local seco para dormir em meio a forte chuva que caía na cidade. Infelizmente, o homem foi encontrar abrigo logo no túmulo, já quase coberto, de Thomas.
  Enquanto se ajeitava entre as pedras, ele acabou quebrando a lápide ilegível e caindo dentro do túmulo. A terra desmoronou, e o homem adentrou o antigo caixão, já completamente apodrecido.
Ele saiu correndo assustado, espalhando os ossos de Thomas que ficaram presos em suas roupas por vários locais do cemitério. Infelizmente, nem todos os ossos foram encontrados. Coisa que, na época, foi atribuído ao grande número de cachorros que rondavam o cemitério abandonado, há muito tempo.

O cemitério do mal



  Desde este fato, o local começou a ser palco de muitos eventos, no mínimo, estranhos. O primeiro incidente aconteceu quando um homem, que cuidava de uma pequena plantação ao lado do cemitério, desmaiou dentro no local e veio a falecer.
  Depois disso, os eventos tornaram-se ainda mais cotidianos. Pessoas que passeiam pelo local acabam tendo seus braços ou pernas quebradas, misteriosamente. Mesmo sem haver nenhuma queda.
  As ocorrências foram tantas, que uma lei municipal impediu que as pessoas circulassem dentro do cemitério, em qualquer hora do dia. Para garantir que tal ordem fosse cumprida, a polícia local montou um posto de guarda, do lado de fora do cemitério.
   A partir daí, o local ficou conhecido como “Cemitério do Mal”. Recentemente, ele foi aberto para visitações, mas estas somente ocorrem em duplas, sempre com um guia especializado em fenômenos paranormais.
  Além disso, é impossível chegar ao local onde está o que sobrou dos ossos de Thomas. Porém, mesmo assim, estima-se que pelo menos cem pessoas tiveram os ossos quebrados, enquanto visitavam o cemitério.
  Sem contar essa centena de pessoas, pelo menos três vezes maior é o número de pessoas que desmaiaram ou passaram mal, dentro do cemitério do mal. Tanto o governo, quanto os guias locais, não se responsabilizam pelo o que vier a acontecer com as pessoas, no interior do cemitério.

Tentativas de retaliação


  Com a popularização, em toda a Escócia, do que ocorre no Cemitério do Mal, vários habitantes da região tentaram realizar sessões de exorcismo ou orações no local, a fim de expulsar o espírito do antigo feiticeiro.
  Mas de nada adiantou. Muito pelo contrário, a cada tentativa de retaliação feita pela população, os ataques se tornam mais frequentes e perigosos, sem contar no fato de que seis pessoas já morreram no local, tentando “expulsar” o demônio que habita aquelas terras.
  Ainda em 2015, um grupo de pesquisadores passou cerca de uma semana acampado no cemitério, no intuito de levantar informações sobre o que ocorre dentro do cemitério. Felizmente, nenhum dos pesquisadores morreu (lá dentro).
  Mas o que acharam por lá foi extremamente macabro. Segundo os dois pesquisadores, que ainda estão vivos (os outros dois se suicidaram, pouco mais de um mês depois da pesquisa), dentro do local existem muitas manifestações sobrenaturais.
  Ainda segundo eles, é possível que haja uma certa organização de “almas”, onde o feiticeiro controla as demais. De acordo com seus depoimentos “foi como passar uma semana no inferno”, o período em que ficaram no Cemitério do Mal.
  Atualmente, os pesquisadores estão inacessíveis. Um deles, HerbetWahs, está sob custódia da polícia de Edimburgo e o segundo, ElligtonWahs está em uma clínica de reabilitação para lunáticos, pois tem sérias crises de pânico.
  Os casos que ocorrem dentro do cemitério são um mistério, portanto o que acontece lá, fica lá. São poucos os que aceitam comentar sobre suas experiências.

sábado, 20 de junho de 2015

Giuseppe Arcimboldo

   Vida e obra de Giuseppe Arcimboldo

   Giuseppe Arcimboldo (Milão, 1527 - 17 de Julho de 1599) foi um pintor italiano.Suas obras principais incluem a série "As quatro estações", onde usou, pela primeira vez, imagens da natureza, tais como frutas, verduras e flores, para compor fisionomias humanas.Giuseppe Arcimboldo nasceu em Milão (Itália), no ano de 1527. Era filho do pintor Biagio Arcimboldo. No início, Arcimboldo foi discípulo do pai, com quem colaborou no desenho dos vitrais da catedral de Milão. Em 1551, pintou cinco cotas de armas para Fernando da Boêmia. O duque estava de passagem por Milão, e, provavelmente, alguém lhe falou de Arcimboldo. Isso foi antes de se tornar o Imperador Fernando I. É possível que Arcimboldo tenha sido mais famoso do que julgamos. Não se passariam muitos anos até ceder às repetidas solicitações do Imperador Fernando I para morar em Praga, na Tchecoslováquia, recebendo o convite para ser o artista da corte. Durante vários anos, esteve a serviço dos imperadores Fernando I, Maximiliano II e Rodolfo II.

   Em 1562, Arcimboldo deixou a sua terra e entrou na corte do imperador, onde foi estimado e bem tratado por ele, sendo recebido com grande amabilidade e obtendo um bom salário. Serviu aos imperadores como arquiteto, cenógrafo, engenheiro, organizador de festejos e criador de máscaras e fantasias. Os imperadores adquiriram objetos, plantas e animais exóticos vindos de todas as partes do mundo para enriquecer as câmaras de arte e prodígios. Era nessas câmaras que Arcimboldo estudava cada pormenor de animais e plantas que utilizava em seus quadros.

   
   Arcimboldo apreciava transformar um rabanete em um rato? Uma vagem em um inseto? Com certeza ele expandiu a imaginação de seus contemporâneos e de artistas (e não-artistas) até os dias de hoje. Por meio de sua visão vegetariana, ele explorou a relação do homem consigo mesmo e com a natureza. Ele via uma ligação singular entre seres humanos e outros organismos vivos.Suas obras mais famosas são as várias cabeças compostas, que retratam perfis humanos a partir da reunião de bichos, pessoas, plantas e diversos objetos. Suas telas não eram vistas, na época, apenas como pinturas: funcionavam como um jogo, uma brincadeira.

Obras

 

 

sábado, 18 de abril de 2015

Jardim Alnwick

    A jardinagem parece ser um passatempo bastante inofensivo. Afinal, não é muito estressante cuidar de todas aquelas flores e vegetais amigáveis… certo?
    Bem, um jardineiro experiente pode lhe contar sobre arbustos espinhosos e ervas venenosas, mas tudo isso não se compara às coisas que esse jardim abriga.
 Eles não estão brincando!



    O Jardim Alnwick, em Northumberland, na Inglaterra, possui uma variedade de espécimes exuberantes. Cada planta neste jardim botânico macabro é venenosa ou estupefaciente.
    Embora soe como uma relíquia gótica que sobrou de tempos passados, o jardim foi na verdade criado apenas há pouco tempo por Jane Percy, a Duquesa de Northumberland. Ela queria um jardim, mas diferente de qualquer outro. Ela ficou interessada em plantas que causam problemas em vez de resolvê-los.
    Sim, você pode visitá-lo. Para chegar ao jardim, os visitantes são conduzidos através de um longo túnel verde.
  O jardim é o lar de algumas das substâncias mais tóxicas do planeta, incluindo a Atropa belladona (beladona, relacionada com batatas e tomates), Strychnos nux-vomica (estricnina), e Conium maculatum (cicuta).
  Ele também abriga uma coleção de plantas entorpecentes como papoulas de ópio, tabaco, psilocibina (cogumelos “mágicos”), plantas de coca (de onde a cocaína vem), e a cannabis. Algumas das plantas são mantidas em gaiolas, e no passeio, os visitantes são mantidos relativamente perto delas.
  Ficar longe das plantas mortais às vezes não é suficiente; algumas pessoas desmaiam só de estar perto de certas espécies.
  Esta é a Nicandra, uma das muitas plantas da família das solanáceas. Nem todas as plantas da família são venenosas, como beringelas e petúnias. No entanto, a mesma família também inclui a beladona, a mandrágora e a datura, todas altamente venenosas.
  Esta é a flor trombeta de anjo. Parece inofensiva, mas o seu pólen tem propriedades alucinógenas semelhantes aos do LSD. No período vitoriano, as mulheres eram conhecidas por polvilhar isso em seu chá. O excesso também causa uma poderosa overdose.
  O acônito é tão venenoso que colocar suas raízes em um poço mataria uma aldeia inteira. Seu nome em latim, Aconitum, vem de uma palavra grega que significa “sem luta”, por causa de sua ação rápida e natureza mortal. Deve ser manuseado com luvas, uma vez que a toxina pode também ser absorvida através da pele. Cleópatra usou isso para matar seu irmão.
  Louros são comuns em toda a Inglaterra e em outras áreas da Europa, mas seu fumo é tóxico. No entanto, isso não significa que ele não possa ser comido, e provavelmente você já adicionou em sua comida uma folha dessas.
  A árvore laburno tem componentes venenosos. Ingerir suas folhas faz a pessoa entrar em coma e espumar pela boca.
  Esta planta nos dá sementes de mamona, que podem ser usadas para criar duas coisas: óleo de rícino, um laxante suave, e ricina, um veneno extremamente mortal para o qual não há cura.
  Finalmente, temos a planta tóxica favorita de muitos: a cannabis.
 Por causa de seu conteúdo, o jardim é fechado todas as noites e mantido em segurança máxima. Apesar de ter sido inaugurado oficialmente em 2005, partes do jardim ainda estão incompletas e em construção. Além das várias maneiras de ser morto pelas plantas, o jardim é também o lar de um labirinto de bambu e uma casa na árvore multi-nível – ambos sem nenhum veneno. [SmithsonianAtlas Obscura]
    É, realmente algumas plantas podem ter uma beleza de matar!!
   
      

sábado, 28 de março de 2015

Livro: Anne de Green Gables




Sinopse

   Uma menina de 11 anos, com cabelos ruivos, sardas e uma mente tão perspicaz quanto a de um cientista em busca de conhecimento, chega a uma terra onde as tardes são calmas; os pores do sol, alaranjados; as florestas, aconchegantes; e os rios, suaves, como o ritmo do povoado.
   Como a floresta mal-assombrada do mundo criativo de Anne, as pessoas de Avonlea não a recebem muito bem.Diferente, inteligente, preocupada e de um tanto desastrada, a garotinha de sonhos sapecas vai aos poucos conquistando o coração de cada um.
   Entre uma travessura e outra que insiste em permear os gramados em que pisa, Anne vai mostrando como é aproveitar a vida de uma forma mais simples e divertida.Seja caindo de um barco, ou esquecendo de preparar um bolo, ela vai amansando a todos, pois uma pitada de baunilha não faz mal a ninguém, nem que  isso traga um pouco de confusão.
   Sua boca é uma matraca, e seus sonhos são maiores que moinhos de vento.Anne vai crescendo... e crescendo... e de patinho feio revela-se um elegante e atento cisne, pronto para abrir suas asas e voar para além das veredas.Mas a vida  é feita de artimanhas, e a nossa garotinha adotada pelos irmãos Marilla e Matthew tem algumas cercas a pular, sem jamais deixar seus sonhos desvanecerem, como algumas criaturas fazem...


Biografia da autora

  Maud nasceu em New London, na Ilha do Príncipe Eduardo, uma das províncias do Canadá, em 1874. Quando ela tinha menos de 2 anos, sua mãe faleceu devido à tuberculose e, consternado, seu pai percebeu que não teria como criá-la sozinha e deu a custódia para os avós maternos.
  Durante a sua infância, Lucy viveu em várias cidades pequenas, isoladas e com pouquíssimos amigos. Essa solidão, apesar de parecer negativa para a sua formação, foi a razão para a menina desenvolver a sua criatividade e imaginação.
  Na sua adolescência, Maud passou a morar com seus avós paternos, que a criarem de maneira rígida e inflexível. Quando acabou a escola, ingressou na Prince of Wales College e formou-se em pedagogia. Em 1895, ela estudou literatura na Dalhousie University.
  Após terminar completamente seus estudos, a escritora trabalhou como professora em diversas cidades. Entretanto, ela estava infeliz na carreira de docente e começou a investir nas suas habilidades de escrita no tempo livre. Por conta dessa dedicação, vários de seus contos foram publicados em revistas e jornais da época. Entre 1897 e 1907, mais de 100 obras suas foram divulgadas.
  Durante a sua juventude, Montgomery esteve em diversos relacionamentos amorosos, tendo, inclusive, terminado um noivado pouco antes de se casar. Após muitas idas e vindas, em 1911, ela casou-se com um rapaz chamado Ewan MacDonald.
  Nessa mesma época, Lucy estava se tornando famosa por causa de suas publicações em revistas e jornais. Ela lançou o seu primeiro livro em 1908, chamado Anne of Green Gables. Este foi a primeira obra de uma série de livros com a personagem Anne, uma órfã adolescente que começa a descobrir o amor e a vida.
  Até a sua morte, em 1942, Lucy escreveu ao todo 10 livros com Anne como a protagonista. Alguns especialistas acreditam que a autoria sofria de uma grande depressão e, por isso, utilizava a literatura como válvula de escape para a sua vida infeliz.
  A causa de sua morte, na época, foi considera como falência múltipla de órgãos. Entretanto, anos depois, uma de suas netas revelou que Maud tirou a sua própria vida com uma overdose de remédios. Apesar de ela acreditar que nunca havia escrito nenhuma obra de grande valor, a autora foi homenageada como a primeira mulher no Canadá a ser nomeada para a "Royal Society of Arts", na Inglaterra.
  Apesar de ter sido uma trajetória triste, Lucy Maud Montgomery escreveu livros que até hoje são lidos por crianças e adolescentes no mundo todo. Conheça a história da orfã Anne e faça o donwload dos 10 livros (provavelmente em inglês) de Anne como protagonista: 



Fonte Arco-Íris Lunar: A mais longa do mundo

    Oi, oi, v ocê gostaria de estar "no meio" da cachoeira, onde a água jorra da direita e da esquerda, brilhando com todas as co...